Vexame no Interior Desencadeia Crise no Allianz Parque

A derrota por 4 a 0 para o Novorizontino, a pior da era Abel Ferreira, não ficou restrita às quatro linhas. Na madrugada desta quarta-feira (21), os muros da sede social do Palmeiras e as bilheterias do Allianz Parque foram alvos de pichações e protestos enérgicos. O episódio marca o momento de maior tensão entre torcida e diretoria neste início de 2026

Equipe Palestraverso

1/21/20261 min read

Muros Pichados e Detenções: Vexame no Interior Desencadeia Crise no Allianz Parque

A derrota por 4 a 0 para o Novorizontino, a pior da era Abel Ferreira, não ficou restrita às quatro linhas. Na madrugada desta quarta-feira (21), os muros da sede social do Palmeiras e as bilheterias do Allianz Parque foram alvos de pichações e protestos enérgicos. O episódio marca o momento de maior tensão entre torcida e diretoria neste início de 2026.

As manifestações deixaram claro que a insatisfação atinge todos os pilares do clube. Entre as mensagens registradas nos muros, destacaram-se críticas diretas à presidente Leila Pereira e ao técnico Abel Ferreira.

  • "Leila, seu negócio é roubar" e "Cadê o planejamento?": Cobranças focadas na gestão e na montagem do elenco para a temporada.

  • "Abel, acabou a magia?": Um questionamento raro ao treinador, evidenciando o desgaste após o resultado elástico no interior.

  • "Time sem vergonha": Direcionado aos atletas após a atuação apática no Estádio Jorjão.

O Palmeiras adotou uma postura de "tolerância zero" contra o vandalismo. O clube acionou prontamente a Polícia Militar e, ainda durante a manhã, suspeitos foram detidos e encaminhados à delegacia.

Em nota oficial, a diretoria repudiou os atos, separando o direito de crítica do crime de danos ao patrimônio. O Palmeiras informou que pretende processar os responsáveis e exigir o ressarcimento pelos danos causados à fachada da sede.

O episódio incendeia o ambiente para o clássico contra o São Paulo, no próximo sábado. Com o Allianz Parque sob vigilância reforçada e o elenco sob cobrança pública, o Choque-Rei passa a se tornar um teste de fogo para a estabilidade do trabalho de Abel Ferreira em 2026.