
Abel Ferreira atinge o 5º trabalho mais longevo da história do futebol brasileiro
O dia 19 de fevereiro de 2026 fica marcado como um divisor de águas na história da Sociedade Esportiva Palmeiras e do esporte nacional. O técnico Abel Ferreira e sua comissão técnica atingiram oficialmente a marca de quinto trabalho mais longevo em toda a história do futebol brasileiro
Equipe Palestraverso
2/19/20261 min read



Para a Eternidade: Abel Ferreira atinge o 5º trabalho mais longevo da história do futebol brasileiro
O dia 19 de fevereiro de 2026 fica marcado como um divisor de águas na história da Sociedade Esportiva Palmeiras e do esporte nacional. O técnico Abel Ferreira e sua comissão técnica atingiram oficialmente a marca de quinto trabalho mais longevo em toda a história do futebol brasileiro.
A marca ganha contornos ainda mais épicos quando analisamos o contexto do futebol moderno. Em uma era de demissões imediatistas, o português conseguiu o que parecia impossível: estabilidade com alto desempenho. Ao atingir este posto, Abel ultrapassa marcos de décadas passadas e agora figura em um panteão ocupado apenas por nomes imortais.
Mais do que apenas "tempo de casa", a longevidade de Abel é sustentada por uma prateleira de troféus sem precedentes. Com 10 títulos oficiais, o treinador igualou o recorde de Oswaldo Brandão, sua passagem longeva permitiu ao clube uma unidade metodológica que vai da base ao profissional.
Essa continuidade foi o que permitiu, por exemplo, a integração de atletas e o amadurecimento seguro das Crias da Academia. A comissão técnica composta por João Martins, Vitor Castanheira, Carlos Martinho e Tiago Costa é hoje a espinha dorsal de um Palmeiras que não apenas vence, mas se reinventa a cada temporada.
Com contrato vigente até o final de 2027, Abel Ferreira busca ainda mais atingir marcas históricas de títulos e tempo de casa no Verdão. Para o torcedor palmeirense, a marca atingida hoje é a confirmação de que estamos vivendo a era de ouro do clube sob o comando de um profissional que já não é apenas um técnico, mas um símbolo da identidade alviverde.

